sexta-feira , 20 setembro 2019
Capa » Boas Práticas » Ferramentas da Qualidade: Oficina de Melhorias na Empresa
Ferramentas da Qualidade: Oficina de Melhorias na Empresa

Ferramentas da Qualidade: Oficina de Melhorias na Empresa

Por José Carlos Giordano e Monise Rodrigues.

O desenvolvimento é um processo evolutivo e permanente, ocorrendo numa dinâmica que se manifesta de forma diversa dia a dia. Os processos de criação das pessoas interferem nos processos de criação das empresas. Por sua vez, as pessoas recebem reciprocamente dessas empresas, influências das suas Culturas, Valores, Crenças e Procedimentos. O balanceamento ideal dessas reações gera um aculturamento permanente, vivo e evolutivo. Necessário para superar crises!

Corporações que tem habilidade em irradiar suas Missões, Culturas e Valores aos colaboradores, obtém sucesso nesse desenvolvimento, pois o grupo cresce de forma consciente e profissional, com oportunidade de capacitação e aptidão, numa melhoria permanente e constante, para a Qualidade! Veja nossa quinzenal coluna / contribuição para o portal ‘Dois a Mais Alimentos’..

Quando resistências e paradigmas arraigados (hoje comuns) impedem rumos emergentes, limitando ou atrofiando os processos de Kaizen e Empowerment, as empresas estagnam ou pior, andam para trás: regridem! Impera a constante falta de tempo. Os problemas se resolvem com imediatas discussões, achismos e não investigados e baseados em fatos. Surge o “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Podem até haver seguidores, mas não líderes. E esse vácuo de profissionais que “fazem as coisas acontecerem” é detectado pelo mercado, pelos clientes que exigem a qualidade oferecida e cabe à empresa inteligente adotar ferramentas que gerem mudanças para melhor. O ajuste entre empresas e seus mercados é delicado. É necessário entender expectativas, conviver com o outro lado do negócio e acreditar que o sucesso do cliente é nosso sucesso.

Neste ambiente farmacêutico / alimentício / cosmético de siglas como PCCs, GMP, HACCP, FSSC, FMEA, Codex, e GFSI, mais uma é alçada da cartola: o WCM.

Hoje falamos em GMP Avançado – ‘só as Boas’ não! As Melhores Práticas urgem em antever ferramentas. Sistema Seis Sigma é estudado pelos times Black, Green, Yellow e White Belts, na minúcia de passar das ppm de falhas às ppb. Empresas atuando no cenário da ISO 22.000 incorporam na sua cultura corporativa, aplicação do Six Sigma, engenharia reversa, Lean Manufacturing.

O WCM por sua vez é “World Class Manufacturing“ ou “Produção de Classe Mundial“. É ferramenta para líderes, filosofia gerencial que tem por objetivo levar a empresa a obter os melhores níveis de desempenho, a excelência. Não uma simples excelência em âmbito municipal ou estadual, mas pensando e agindo grande, em esfera de país, continente, uma excelência filosófica global, mundial! Reforçamos filosófica porque não é o ‘Estado’ que fará isso acontecer – é o espírito das pessoas, índole para o melhor. Iniciativas Mercosul e Zona do Euro, feneceram.

Requer foco no cliente e resultados, dinamismo, benchmarking. É sedimentada por um novo pensamento que migra da tentativa e erro, evolui nas auditorias, lapida políticas e princípios e se cristaliza na maturidade da cultura, dos valores da empresa, é vivo e constantemente aperfeiçoado, processos são estudados e melhorados diariamente.

Incorpora Kaizen, PDCA, processos de quebra de paradigmas (ruptura de rotinas) e rigorosa medição e análise de falhas. A aplicação é factível no Controle de Contaminação de alimentos e cosméticos, requisitos contemplam detalhes ínfimos de segurança numa discussão mundial, como biossegurança, sustentabilidade, planos de contingências, matriz de competências…

Registros comprobatórios de conformidade do sistema aos limites críticos e adequações a regulamentações internacionais são exigências mandatórias no comércio global de alimentos e afins. É o “Quality Assurance”, real, ativo, gerador de melhorias na busca da excelência em Segurança dos Alimentos, como é hoje o foco SWOT.

O pesquisador criativo aplica o Check List de Osborn. Trata-se de um estimulante da criatividade, um mapa para aberturas do intelecto. Surgem centenas de idéias com o emprego desse esquema. Sempre que se quiser desenvolver um projeto, são inicialmente formuladas 6  PERGUNTAS BÁSICAS INICIAIS, tidas como o ABC da Informação (ou 5W1H):

  1. Por quê ?                         2. Onde ?                            3. Como ?
  1. Quando ?                         5. O Quê ?                          6. Quem?

Logo após a planificação dessas 6 perguntas básicas iniciais, são incorporadas então as 9 INDAGAÇÕES TÉCNICAS :

  1. > Imagine outros usos, outras aplicações, um brainstorming
  2. > Imagine uma adaptação, um recurso melhor, algo não percebido …
  3. > Imagine uma diminuição, ou redução, uma síntese …
  4. > Imagine uma ampliação ou adição, visualize maior …
  5. > Imagine uma substituição, quebre o paradigma …
  6. > Imagine um rearranjo, um “zoom” de vai e vem na percepção …
  7. > Imagine o inverso, o imprevisível, antecipe a lei de Murphy …
  8. > Imagine uma combinação, junção sinérgica …
  9. > Imagine talvez deixar como está ou então até como era antes

Escreva, escrevam no papel essas possíveis alternativas proposições.

Logo em seguida, faz-se a combinação / cruzamento, das 6 perguntas básicas iniciais mais as 9 perguntas técnicas, com os 45 FATORES QUALIFICANTES  que são:

–  Dimensões –  Comprimento –  Largura –  Altura –  Profundidade
–  Extensão –  Peso –  Volume –  Densidade –  Potência
–  Tempo –  Frequência –  Período –  Duração –  Idade
–  Custo –  Investimento –  Renda –  Movimento –  Espaço
–  Cobertura –  Localização –  Número –  Concentração –  Ordem
–  Planejamento –  Controle –  Estrutura –  Sistema –  Capacidade
–  Recursos –  Esforço –  Tensão –  Intensidade –  Energia
–  Velocidade –  Aceleração –  Trabalho –  Pressão –  Cor
–  Área –  Sincronismo –  Posição –  Eficiência Atualização

 

O Check List de Osborn dá 90.558 alternativas a serem estudadas, sendo também programadas em software ou usando várias tabelas pré-escritas numa intersecção de todos os elementos. A esse conjunto que serve de instrumento de emulsão para estimular a criatividade e gerar alternativas damos o nome de REGUA HEURÍSTICA. Serve para dar uma direção consciente ao pensamento criativo. Ajuda a focar as ações.

Um exemplo: Suponha que se queira fazer um quadro de procedimento ou criar uma embalagem nova. Em primeiro lugar e necessário ter um QR (Quadro de Referência), isto é, necessário olhar para vários modelos para ter idéias. Ai é só aplicar os conjuntos de questões. O que sucederá se esta apresentação fosse reduzida? E se invertêssemos essa impressão? O que poderia combinar com ela? E se eu reduzisse esse texto? Ficaria moderno? E se eu ampliasse a finalidade do assunto? E se eu rearranjasse a ordem das imagens e letras? E se eu reduzisse a largura? Uma expertise criativa estará sempre se perguntando: Porque devo usar isto de forma diferente? Quem pode fazer de forma diferente? Quem deve? Quando? Onde? O que pode? Que tal se eu inverter a maneira velha? Inverter a ordem, a posição, a cobertura, a dimensão? E se eu combinar movimento com espaço? E se eu ampliar uma parte fraca? Tempo? Estrutura? Ordem? E se eu dividir a forma velha? Ficará nova? E assim por diante, são milhares de disposições de idéias! É mutação, entalpia de evolução, evitando a letargia tão corrente. Uma letargia que faz tudo e todos se concentrarem em MKT e eventos de vendas, exposições bonitas toda hora e lugar, mas para trabalho Food Safety mesmo, de base, fabril, ninguém tem budget e tempo…

O interessante é que empresas Classe Mundial – É formada por pessoas Classe Mundial! Tais pessoas líderes são especialistas no repertório de ferramentas. Além do WCM, há grande gama de outras ferramentas nessa caixa, que nunca se esgota:

CAIXA DE FERRAMENTAS USUAIS – A melhor forma de ‘prever’ o futuro é ‘fazê-lo’
5S / ( Housekeeping )
Filosofia organizacional que enfatiza manter o espaço de trabalho sempre limpo e organizado. Ordem e limpeza impede que problemas ocorram. Base da Qualidade Total.
FTA ( Fault Tree Analysis )
Método dedutivo usado para identificar causas potenciais específicas e genéricas da falha que um produto, sistema ou processo podem apresentar. A informação potencial da falha é então usada, após a análise da árvore de falhas.
SPC ( Statistical Process Control)
Tipo de feedback baseado na medição e mapeamento de características específicas para compreender melhor, melhorar, prever e controlar o comportamento do processo.
TPM ( Total Productive Maintenance)
Filosofia e sistema para assegurar a performance de equipamento.
Benchmarking – Indicadores de resultado
Técnica para identificar as melhores práticas do setor ou fora do setor. Permite à organização estabelecer seu plano estratégico baseado na concorrência e nas melhores práticas. É grande fonte de informação para melhorias contínuas e/ou até mesmo, inovações na forma de operação da empresa.
OHSAS 18001
Requisitos da Occupational Safety and Health Administration (EUA) para estabelecer e manter um sistema que garanta a segurança e saúde dos colaboradores da empresa, além de permitir com sua utilização eficiente, consideráveis aumentos de produtividade dos trabalhadores pela melhoria da qualidade de vida no trabalho.
KAIZEN
Metodologia disciplinada de melhoria contínua em qualquer sistema e processo.
JUST IN TIME
Filosofia organizacional e um sistema de gerenciamento integrado que enfoca que a produção somente do que é necessário e quando necessário, eliminando o desperdício.
PAP ( Product Assurance Planning )
Aproximação para integrar as áreas de qualidade, de confiabilidade, de produção, e de serviço no processo do desenvolvimento de produto.
PROBLEM SOLVING / PRISM
Método sistemático para identificar a causa raiz de um problema e para implementar uma solução para eliminá-lo.
CICLO DE SHEWART
O mesmo que Ciclo PDCA. O nome “Ciclo de Shewart” foi dado por Deming, em homenagem ao pioneiro do controle estatístico, o Dr. Walter Shewart. Os japoneses o denominam de Ciclo de Deming, pois foi ele quem o introduziu naquele país em 1950.
Princípio dos 3 Gen
Ir ao local do problema > Genba; Observar evidências ou itens afetados >  Genbutsu; Comprovar o fato > Gensho. Metodologia japonesa sinestésica.
SHAKE-DOWN
Método de levantamento de problemas. Na fase inicial de implantação do TQC, quando ainda não se tem os Itens de Controle, adota-se o “Shake – Down” simplificado. Quando estes já foram levantados, cada item de controle cujo resultado não for o desejado constitui um problema.
FORCE FIELD ANALYSIS – FFA
 (Análise do Campo de Forças) Técnica desenvolvida por Kurt Lewis na década de 40. Seu emprego é na análise de situações complexas c/ muitos favores variados. Conforme Lewin, em qualquer situação problemática, chegou-se à condição atual devido a série de forças opostas. Outras forças (restritivas) inibem a melhoria do problema. Um balanço de prós e contras.
PDCA – Ciclo
 Base indispensável de todos > Plan Do Check Act (VIDA – Visão Implementação Discernimento Ajuste)
STORYBOARDING
Método que consiste no uso de cartões e folhas a fim de facilitar o trabalho da equipe em termos de planejamento e esforço. Gera comunicação visível entre membros da equipe, das contribuições de cada um. Atividade criativa realizada no local compartilhada para organizar plano para solucionar problemas.
APQP ( Advanced Product Quality Planning )
Fornece diretrizes planejadas para produzir um plano da qualidade do produto que apoie o desenvolvimento de um produto ou serviço que satisfaça o cliente. O objetivo é padronizar manuais de referência, procedimentos, os formatos de relatórios e a nomenclatura para a base de fornecimento.
DVP&R ( Design Verification Plan and Report )
Metodologia para desenvolver plano de verificação que especifique os testes e avaliações necessárias para assegurar que critérios funcionais e de confiabilidade, intervalos da confiança e exigências estabelecidas, estão definidos em termos mensuráveis, para documentar resultados dos ensaios.
FTC ( First Time Capability )
  Parte de um estudo da capabilidade de processo que identifique a capabilidade de um processo por operação. Expressado normalmente como a porcentagem das peças produzidas dentro da especificação.
QFD ( Quality   Function Deployment )
Metodologia para saber o que o cliente/ usuário quer e precisa (exigências), traduzindo estas exigências em projeto técnico e requerimentos funcionais, e desdobrando estas exigências traduzidas para peças, processos e controles.
SWOT ou Fofa
Planificação de Forças Fraquezas Oportunidades e Ameaças – Strenghts Weaknesses Opportunities Threats , ressurgindo como ferramenta indispensável no HACCP e Gestão.
TQM ( Total Quality Management )
Administração de todas as técnicas e ferramentas da qualidade para assegurar a melhor performance (zero defeito).
ISO 14001
Norma para sistema de gestão ambiental, que contém requisitos para  estabelecer e manter um sistema de gestão ambiental que procure garantir o desenvolvimento sustentável da empresa e do meio em que ela está inserida.
SMARTER
Planificação de Ações Medidas Responsabilidades Recursos Tempo Expectativas Resultados – Specifics Measures Accountabilitys Resouces Time Expectation Results.
5 Porquês
Modêlo indispensável Toyota de 5 questionamentos sucessivos para buscar as causas fundamentais.
LEAN MANUFACTURING
Processo mudança organizacional incluindo JIT, TQM e TPM para criar o valor do cliente que usa o processo de valor agregado com desperdício mínimo. Noções essenciais são: todo o trabalho pode constantemente ser melhorado, todos os processos contém desperdícios e eliminar desperdícios fornece o valor real do cliente. Manufatura enxuta.
POKA YOKE ( Mistake Proofing )
Qualquer mudança na operação que ajuda o operador a reduzir ou eliminar erros e/ou fornecer o feedback imediato e ação corretiva. Finalidade é impedir que erros continuem no processo ou sejam transferidos para o cliente.
CUSTOS DA QUALIDADE
Ferramenta que permite conhecer os custos das perdas da empresa, os custos da não qualidade (falhas internas e externas), bem como os custos de prevenção e avaliação.
CWQC
Company Wide Quality Control – Controle de Qualidade por toda a empresa.
TOC – ( Theory of Constraints )
Técnica administrativa desenvolvida pelo físico israelense Eliyahu Goldratt, que consiste em identificar e eliminar as restrições (ou gargalos) em todas as atividades do negócio.
FMECA – FAILURE MODE EFFECTS AND CRITICALITY ANALYSIS
Modo, Efeito e Criticidade de Falhas – Procedimento a ser aplicado após FMEA para classificar cada efeito potencial de falha, de acordo com sua severidade e probabilidade de ocorrência. Empregado em defesa e áreas espaciais. Necessariamente incorporado para Food Defense & Food Fraud.                                                                                                                                                                 DFMEA – Design Failure Modes and Effects Analysis – Em desenhos, projetos                                                 PFMEA – Process Failure Modes and Effects Analysis – Em sistemas, processos
CONTROL PLAN
Um sumário escrito dos sistemas utilizados para monitorar a variabilidade de principais produtos e de características do processo. Descreve as ações requeridas no processo de produção para manter o monitoramento estatístico e resume toda a estratégia do controle.
FMEA’s ( Failure Mode Effects Analysis )
Procedimento analítico sistemático, detalhado, indutivo, usado para identificar problemas potenciais de pontos específicos (falhas e não conformidades), causas raiz e consequências dos problemas junto com ações recomendadas para eliminar a real possibilidade de ocorrência do problema. Base do HACCP.
GD&T ( Geometric Dimensioning and Tolerance )
Código internacional de símbolos de engenharia que define claramente as exigências funcionais de uma peça enquanto fornece potencial para economia e melhoria de qualidade. É baseada nas normas ANSI/ ASME – Y145 e fornece meios para o cálculo de dimensões e tolerâncias.
SIX SIGMA ( 6 α ) Seis Sigma
Filosofia organizacional que consiste em centrar a média da distribuição das 6 unidades de desvio padrão do processo afastado dos limites de especificação. Os resultados devem ser: eliminação dos defeitos, redução dos custos de desenvolvimento, redução do lead time de desenvolvimento, redução dos níveis de inventário, aumento das margens de lucro e aumento da fidelidade do cliente.
MESS
Plano de Gerenciamento Avaliação Seleção Parada – Manage > Evaluate > Select > Stop.
Plano Estratégico de Negócios
Aborda como estabelecer, implementar e desdobrar um plano de negócios. Desenvolve a visão do plano estratégico com o sistema da qualidade da empresa, para satisfazer necessidades globais. Estabelece indicador de resultado eficaz e como trabalhar. Voltado a alta administração e elementos chave.
SA 8000
Requisitos para a empresa desenvolver sua responsabilidade social de forma sistemática. Norma para empresas formarem e manterem reputação no mercado. O CEPAA encoraja empresas a manterem sistema vinculado a ISO 9000. CEPAA – Conselho sobre Prioridade Econômica é organização independente sem fins lucrativos com atuação Europa e EUA, normas similares as da Organização Internacional do Trabalho (ILO).
GUT – Parâmetros GUT
Relação de prioridades entre > Gravidade, Urgência e Tendência, suas intensidades em projetos.
MASP
Método de Análise e Solução de Problemas estabelecido em 8 passos, considerando a metodologia do PDCA (planejar, executar, verificar e agir) para resolução de problemas.
MAS ( Measurement Systems Analysis )
Diretrizes para preparar um procedimento em avaliar a qualidade de um sistema de medição. As diretrizes são pretendidas primeiramente para os sistemas de medição usados em conjunto com processos de produção.
PRW ( Problem Resolution Workshop )
Intensifica rápida solução de problemas constantes com suporte e participação da engenharia, produção, qualidade e fornecedores. Concentra 3 aspectos: propriedade, velocidade e validação. Todos possuem problemas e têm responsabilidade de resolvê-los. Pensar em solução, que fazer p/ proteger o cliente de problemas. Assegura que correções repararam o problema e não criaram problemas adicionais.
6M / CAUSA EFEITO / Espinha de peixe / Diagrama Ishikawa
Representação de 6 linhas de investigação na detecção de causas de falhas: Materiais, Máquinas, Mão de obra, Meio ambiente, Medição e Método. Existem modelos de até 9 M..
5W 2H
Check list utilizado para garantir que a operação seja conduzida sem nenhuma dúvida por parte das chefias e subordinados. Os 5W correspondem em inglês: What (o que); Who (quem); Where (onde); When(quando) e Why (por que). O H corresponde a How (como), método p/ conduzir a operação.  Se inclui mais um novo H (How much/ Quanto custa), transformando o método original 5W 1H em 5W 2H.
PERT – PROGRAM EVALUATION AND REVIEW TECHINIQUE
(Técnica de Revisão e avaliação de programa)

É um modelo matemático que usa distribuições de probabilidades e análise de relações de dependências das tarefas para estimar a duração de atividades e projetos. A representação gráfica usada nesta técnica é chamada Rede PERT. Formada por um conjunto de círculos ou retângulos ligados por setas.

HOSHIN PLANNING – Planejamento de Hoshin
Processo japonês de planejamento estratégico onde uma empresa desenvolve até quatro declarações de visão que indicam que ela deverá estar nos próximos 5 anos. Objetivos e planos de trabalho da empresa são desenvolvidos baseados nas declarações de visão. Auditorias periódicas são então conduzidas para monitorar o progresso.

Bons trabalhos com sua caixa de ferramentas! Incremente com outras, específicas de sua área de atuação. A manutenção dos sistemas exige ‘Pessoas Classe Mundial’ que empregam atenção aos processos e detalhes e utilizam seus recursos, conhecimentos e habilidades em constante evolução de atitudes. Ter tempo é questão de opção, estar junto a essa evolução é questão de verdade, cumplicidade e desejo. Pense Nisso!

Prof. José Carlos Giordano e Engª Monise Rodrigues – JCG Assessoria em Higiene e Qualidade
[email protected]
www.jcgassessoria.com.br

Referências Bibliográficas

  • Glossário da Qualidade Total – QFCO – Belo Horizonte, 1994
  • Dicionário da Qualidade QAGT Ltda.
  • Dinâmica de Motivação e Sucesso – Maurício Góes
  • Dicionário da Qualidade – Revista Controle da Qualidade
  • Glossário IMAM da Qualidade & Produtividade – SP, 1994
  • Cartilhas Técnicas – Alexandre Montandon – Qualidade em Quadrinhos – SP
  • qualidadeemquadrinhos.com.br , 2019
  • Memory Jogger – Qualidade Ferramentas para uma Melhoria Contínua – Michael Brassard Qualitymark RJ, 1992
  • Guia de Resolução de Problemas – Nelson Aparecido Alves Qualitymark RJ, 1992
  • Revista Nacional da Carne BTS – Programas de Qualidade e a metodologia MASP Cristiane Marques e Douglas Agostinho – SP, junho 2012
  • isoflex.com.br , 2019

Sobre admin

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*